sábado, 3 de setembro de 2016

Leite e queijo devem ficar ainda mais caros


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Passados quatro anos da pior estiagem dos últimos 50 anos, os efeitos nas regiões do Agreste e Sertão pernambucanos permanecem. Faz três meses que as chuvas que caem nas regiões não têm sido suficientes para irrigar as pastagens e produzir a alimentação do gado. Esse entrave, confirmado pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), provoca o encarecimento dos custos para alimentar o animal, o que, em breve, repercutirá no aumento ainda maior no preço do leite e do queijo para o consumidor final. Há relatos de que os dispêndios cresceram, em média, 50%. Sem conseguir sustentar o negócio, criadores se desfazem de rebanhos e migram de atividade produtiva.
A situação está longe de ser revertida, conforme projeções da Apac. “As perspectivas para o futuro são de quadras mais secas. Pode haver La Niña (fenômeno que provoca chuvas no Nordeste), mas não é certo”, explicou a meteorologista Aparecida Fernandes. Procurada, a Secretaria da Agricultura não se posicionou.

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