Segundo a Anvisa, o procedimento de recolhimento dos lotes já foi iniciado pela empresa, “tendo em vista que a ingestão acidental dos fragmentos de vidro representa risco de danos à saúde, como cortes na boca ou outras partes do sistema digestivo se ingerido”.
“Aproximadamente 0,2% dos lotes afetados podem ter sido impactados por alteração dos vasilhames durante o processo de envase, o que levou à transferência de pequenos fragmentos de vidro para o interior das garrafas”, informou a Anvisa.
Em nota publicada no Instagram, a CRS Brands diz que a medida é preventiva e que, até o momento, não houve nenhuma ocorrência. Segundo a empresa, o problema no processo de produção já foi resolvido. “A CRS Brands pede desculpas pelo ocorrido e reafirma que a qualidade e a segurança são os seus principais compromissos com os consumidores. A empresa atua em conjunto com seus fornecedores e demais parceiros envolvidos para recolher todos os produtos dos lotes identificados o mais rápido possível”, declarou a empresa.
Os 28 lotes que podem estar comprometidos foram produzidos entre 22 de julho e os dias 16 de agosto e 2 de setembro deste ano. No total, eles contêm 2.237.952 unidades do produto, distribuídos por 186.496 caixas.
Os lotes recolhidos são:
L22 203 742 07; L22 230 754 07; L22 237 758 07; L22 242 762 07; L22 203 743 07; L22 231 754 07; L22 237 759 07; L22 243 762 07; L22 228 751 07; L22 231 755 07; L22 238 759 07; L22 243 763 07; L22 228 752 07; L22 235 756 07; L22 238 760 07; L22 244 763 07; L22 229 752 07; L22 236 756 07; L22 241 760 07; L22 244 764 07; L22 229 753 07; L22 236 757 07; L22 241 761 07; L22 245 764 07; L22 230 753 07; L22 237 757 07; L22 242 761 07; L22 245 765 07.
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