terça-feira, 5 de junho de 2012

Câncer de mama ainda tem alto índice no Agreste

Cerca de trinta mulheres por dia morrem em decorrência do câncer de mama o Brasil, o tema parece não receber a seriedade que merece. Nem mesmo as mulheres diagnosticadas com a doença sabem que possuem alguns direitos, criados com a finalidade de facilitar um pouco mais suas vidas, nesse período tão difícil.
Aliás, quando sabem dos seus direitos, ainda enfrentam dificuldades em acessar a justiça, que é cara e morosa, e disponibiliza um número reduzido de defensores públicos para auxiliá-las.
“A realidade da incidência do câncer de mama no Brasil é que a cada ano esse número cresce assustadoramente. Existe ainda um grande tabu imposto pela sociedade principalmente para as meninas que estão saindo da fase de criança para adolescência, onde as mães não estão presentes para acompanhar esse processo de mudança no corpo”, informou o médico especialista em oncologia clínica, Selém Brandão Asmar.
A dificuldade em chegar até o médico, uma vez que as mulheres adultas colocam empecilhos, e não realizam o exame de toque, por exemplo, provoca o retardo do diagnóstico. “O principal câncer que afeta as mulheres no Nordeste, em especial na nossa região ainda é o de mama. Além do tratamento com medicação se faz necessário também o tratamento psicológico sendo indispensável para superar os problemas”, ressaltou.

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