Segundo o especialista, a incontinência urinária acontece em um número maior em mulheres por conta da menopausa.
“As mulheres apresentam mais que os homens, principalmente porque a menopausa é uma das coisas que alteram a produção hormonal e essa produção faz parte da tonicidade do assoalho pélvico,” explicou.
O urologista Felipe Dubourcq explicou que cada caso tem que ser visto de uma maneira diferente para, em seguida, passar pelo tratamento correto.
“É importante você identificar se está relacionado a uma glicose alta, por exemplo. Às vezes apenas corrigindo a glicose o paciente volta a ter o controle da urina. Tem que ser identificado o que está causando esse desconforto, qual é o motivo dele apresentar a incontinência urinária para que possa oferecer o melhor tratamento”, disse.
O especialista também ressaltou que existem novidades no tratamento da incontinência urinária.
“Existe o sling, que é como se fosse uma estrutura que você coloca a uretra de volta ao lugar. Este tratamento quando é bem indicado é extraordinário. Podemos também usar um hormônio tópico local, que faz com que a mucosa volte a ter uma tonicidade, a fisioterapia que é fundamental. Por isso que digo que é um trabalho multimodal,” finalizou.

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