
Após 17 anos, a torcida do Náutico verá
novamente a dupla de ataque campeã pernambucana em 2001. Antes do jogo de
reabertura do estádio dos Aflitos, no dia
16 de dezembro, contra o Newell’s Old Boy,
ex-atletas alvirrubros estarão presentes em amistoso que prestará homenagem ao
atacante Kuki.
Um deles é Thiago
Gentil, ou como os alvirrubros se acostumaram a chamar, Thiago Tubarão.
“Vai ser maravilhoso. Temos um grupo no whatsapp com os
jogadores que estavam no Náutico naquela
campanha e agora teremos essa chance de nos reencontrar. Será bom reencontrar Kuki. Eu já
joguei com Amoroso, Paulo Nunes, mas ele foi o melhor parceiro de ataque que
tive. Parece que nascemos para jogar juntos. Ele tinha um jeito maluco em
campo, mas era um cara sensacional”, afirmou.
O hoje empresário de 38 anos desembarcou no Náutico em
2001, aos 20, após rápida passagem por empréstimo no Santa Cruz. Além de ajudar
o Timbu a acabar com o sonho do hexacampeonato estadual do rival Sport, o
atacante deixou o estado com outra alcunha.
“Uma repórter viu que eu tinha uma tatuagem de um Tubarão e fez
um trocadilho com meu nome. No outro jogo, a torcida ficou gritando ‘Thiago Tubarão,
terror do caldeirão’. Já Joguei em 12 clubes na carreira, enfrentei Real Madrid,
Barcelona, mas nada é comparável ao que eu senti no Náutico. Estou
ainda mais feliz porque poderei compartilhar esse momento com meu filho de 15
anos que não me viu jogar no lá. Vivi os melhores momentos da minha carreira
nos Aflitos”.
Enquanto Thiago atua
como empresário, dono de uma pousada em Florianópolis, além de um comércio em
Maceió, seu ex-parceiro, Kuki, é membro
da comissão técnica do Náutico e
estuda Fisioterapia.
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