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A mulher de 50 anos
suspeita de colocar agulhas em morangos que foram comercializados na Austrália
pode pegar uma pena de até 10 anos de prisão. Promotores disseram em um
tribunal em Brisbane, nesta segunda-feira (12), que ela teria agido por
vingança.
My Ut Trinh, de 50
anos, foi detida no
domingo (11), após o relato de pelo menos 100 casos de
agulhas ou alfinetes de costura encontrados em morangos em
todo o país no início deste ano. Casos isolados também foram registrados na
vizinha, Nova Zelândia.
Um homem chegou a
ser hospitalizado e as autoridades recomendaram que população cortasse as
frutas antes de comê-las. A sabotagem obrigou a retirada de milhares de
cestinhas desta fruta dos supermercados da Austrália e os agricultores a
desprezar várias toneladas dos seus cultivos.
A suspeita seria uma
ex-supervisora da fazenda Berrylicious and Berry Obsession, em Wamuran, no
norte de Brisbane. Segundo a Nine News, que é afiliada da CNN, ela se sentiu
maltratada por colegas de trabalho e falou sobre a possibilidade de se vingar.
Ela foi indiciada
por sete acusações por "contaminação de produtos, com a circunstância de
agravamento", disse Jon Wacker, chefe da divisão de Narcóticos e Crimes
Graves da Polícia de Queensland.
O tribunal de
Brisbane negou a liberdade condicional para My Ut Trinh até a próxima audiência
que acontecerá em 22 de novembro.
As autoridades
australianas ofereceram uma recompensa de 100 mil dólares australianos (US$
71.897) para encontrar os responsáveis pelo caso de sabotagem que pôs em xeque
a indústria do morango no país.
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